Na Figueira da Foz, passámos duas semanas a ouvir estórias de mulheres. Em muitas delas, parecia existir uma noite longa. De noite, deitados os filhos e esquecida a labuta, mergulhavam alma adentro para encontrar versos, palavras, poemas. Assim, compusemos esta sessão longa como as noites, dividida em dois episódios, com poemas entrelaçados através das vozes de Cátia Terrinca e de Cheila Lima, que ora cantam, ora sussurram, ora gemem, ora contam. Talvez o feminismo amanheça.

Mil e Uma Noites: quem reparou que os meus olhos falavam de solidão e de dor?
41:00

Mil e Uma Noites: Abstracto Triste
25:55

Mil e Uma Noites: Nadámos em Rios de Prata
50:13