Eduarda Dionísio escreveu-nos um dia sobre pedras. Não sabemos se são preciosas, se são da calçada, se são rochedos, se cabem na palma de uma mão. Sabemos que muitas mulheres caminham com as mãos cheias de pedras, de punhos fechados. Desconfiadas de um mundo onde muitas vezes não se abriu espaço para ser, nem para escrever, nem para criar, por vezes as mulheres escreveram contra o mundo. Aqui, as vozes de Cátia Terrinca e de Mariana Bragada rendem-se ao sonho de transformar essas pedras em poemas e canções.

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