A ilha como sonho, a ilha como prisão. O amor como sonho, o amor como prisão. Vanda R Rodrigues e Cátia Terrinca deambulam por textos que entre subtilezas procuram a hora da liberdade, conforme escreve Natividade Negreiros. As vozes são livres, mesmo que as palavras ainda não o sejam, ora cantam, ora dizem, trilhando interpretações sem certezas: as palavras de amor nunca amam apenas amar.

Mil e Uma Noites: quem reparou que os meus olhos falavam de solidão e de dor?
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Mil e Uma Noites: Abstracto Triste
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Mil e Uma Noites: Nadámos em Rios de Prata
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