

CATARINA ROSENDO: A ESCRITA DA ARTE
Doutorada e investigadora em História da Arte, Catarina Rosendo junta em 350 páginas, textos (de 1958 a 1992) em que 11 artistas plásticos portugueses problematizam questões que ocuparam o ambiente artístico.

JOSÉ PEDRO CASTANHEIRA: QUANDO A PIDE ERA DGS
A "evolução na continuidade" de Marcelo Caetano maquilhou o nome da PIDE, mas as práticas violentas da DGS continuaram a ser as mesmas, como conta José Pedro Castanheira no segundo volume das Histórias da Pide.

MIGUEL CARDINA: O ATRITO DA MEMÓRIA
A permanência do imaginário colonial e a organização do esquecimento são alguns dos temas em dois livros do historiador e investigador Miguel Cardina

PAULO PROVIDÊNCIA: OS HABITANTES E O ARQUITETO
Arquiteto e investigador, Paulo Providência tem vasta área de estudo que interliga pessoas, moradores, arquitetura, antropologia e paisagem.

LUÍS NUNO RODRIGUES: AS 4 DIMENSÕES DO 25 DE ABRIL
A dimensão militar, a política, a popular e a internacional da Revolução portuguesa analisadas em modo conjugado por este professor catedrático de História.

RICARDO CABRAL: PLANEAMENTO É O QUE NOS FALTA
"O planeamento saiu de moda, a política económica para desenvolvimento do país resume-se ao défice e à dívida", lastima Ricardo Cabral, economista, professor no ISEG, doutorado na Carolina do Sul.

ANTÓNIO CARVALHO: ANTROPOCENO(S)
Os impactos das atividades humanas sobre a atmosfera são analisados nesta conversa em que o professor e investigador da FEUC aborda temas como a ecoansiedade e novas formas de poder.

RUI FEIJÓ: UM POVO CHEIO DE GENTE
Através de doze meditações em "ensaio literário", os vários caminhos da revolução portuguesa de 25 de Abril analisados por Rui Feijó, doutorado em História pela Universidade de Oxford.

JOÃO MOREIRA: O ENCONTRO DE TRÊS INTELECTUAIS
As ideias e o percurso de António José Saraiva, Eduardo Prado Coelho e João Martins Pereira em análise sobre o livro: Intelectuais Portugueses e a Ideia de Esquerda (1968-1986)

CARLOS ANTUNES: ESCUTAR A BIENAL EM COIMBRA
A conversa que nos leva à Bienal Anozero no Mosteiro de Santa Clara e em oito lugares de Coimbra remete para a escuta de "um grito contundente contra as desigualdades no mundo".