Há mais de 30 anos que lida de perto com quem enfrenta doença graves: tem a missão de fazer tudo o que está ao seu alcance para diminuir o sofrimento dos doentes, e apoiar as famílias. A médica Isabel Galriça Neto é uma referência incontornável nos cuidados paliativos em Portugal, foi deputada pelo CDS-PP e tem sido uma voz ativa contra a eutanásia. No ano passado, foi-lhe diagnosticado um cancro da mama triplo negativo, o mais grave. Rejeita a ideia de que o cancro é uma guerra, não gosta do conceito de vencedor ou vencido. Diz que houve dias que não conseguiu sair da cama e que pela primeira vez na vida não teve força para rezar. No podcast 'Tenho Cancro. E Depois?', conta a sua história ao lado da médica Mónica Nave, que a acompanhou durante os tratamentos.

Tia Cátia: “Cozinhar para mim e para os outros continuou a ser um refúgio durante o tratamento do cancro da mama. O prazer manteve-se”
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Andreia Catarino: “Ao quarto cancro fiquei revoltada. Falei mesmo com o universo: 'Isto já é ridículo.' Nem é um bom guião de filme”
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Helena Costa: “O cancro do pulmão foi um choque grande, uma pessoa pensa que é dos piores. Não dormia sem os comprimidos para a ansiedade”
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