Terminou mais uma etapa no endurecimento da Lei da Nacionalidade: o Parlamento aprovou com os votos da direita e do deputado do JPP as alterações ao diploma, toda a esquerda votou contra – foram 157 a favor e 64 votos contra. A possibilidade de perda de nacionalidade para quem cometa crimes graves foi igualmente aprovada, como a AD apresentou, num aditamento ao Código Penal. Até ao fim, o debate foi quente com o ministro António Leitão Amaro a referir que, “hoje, Portugal fica mais Portugal”, e o primeiro-ministro a puxar do nacionalismo proclamando que não quer “portugueses de ocasião” e garantindo que o Governo continuará na senda da imigração com a apresentação da “lei de retorno”.

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