"É certo que os fascistas se combatem sobretudo na rua", fazendo-lhes "frente, denunciando-os e desmascarando-os sem hesitações nem desfalecimentos", mas esse "combate pode e deve fazer-se também ao nível da luta jurídica". É com este argumento que o professor universitário e advogado António Garcia Pereira justifica a queixa apresentada formalmente, esta quarta-feira, ao procurador-geral da República, Amadeu Guerra, para que o Ministério Público accione os mecanismos legais que levem à extinção "de um partido neofascista como o Chega".

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