"É certo que os fascistas se combatem sobretudo na rua", fazendo-lhes "frente, denunciando-os e desmascarando-os sem hesitações nem desfalecimentos", mas esse "combate pode e deve fazer-se também ao nível da luta jurídica". É com este argumento que o professor universitário e advogado António Garcia Pereira justifica a queixa apresentada formalmente, esta quarta-feira, ao procurador-geral da República, Amadeu Guerra, para que o Ministério Público accione os mecanismos legais que levem à extinção "de um partido neofascista como o Chega".

Luís Neves não tem pressa em esclarecer o país
08:02

Fernado Alexandre disse que correu tudo bem nos exames, mas riu-se
08:44

Fernando Alexandre chumbou ou passou no exame?
12:45