Depois de mais de duas semanas de guerra, os Estados-membros da União Europeia já não estão interessados em discutir a legalidade dos ataques dos Estados Unidos da América e Israel contra o Irão que arrastaram o Médio Oriente para um novo conflito regional. A principal preocupação dos 27, por agora, é manter-se à margem desta guerra, apesar das tentativas (e ameaças) de Donald Trump para os envolver numa operação que a maioria concorda foi lançada ao arrepio da lei internacional. O líder da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, segue a posição dos restantes países da UE e diz que Portugal não se vai envolver nesta guerra.

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