Na sua primeira cerimónia do 5 de Outubro enquanto Presidente da República, António José Seguro saudou o Governo e o PS pela "aproximação" em torno do Orçamento do Estado (OE) para 2027. E não só incitou a que essa atitude se estenda aos restantes partidos, como à própria cultura política através de "compromissos interpartidários". O olhar era de futuro, mas o chefe de Estado exigiu "resultados" concretos já, apontando que seria um "crime" desaproveitar as condições actuais. Mas Seguro passou ao lado da polémica relacionada com Luís Neves. Inesperado? Talvez não.



