E se o produtor soubesse que uma praga está avançando antes de ela virar prejuízo?
Neste episódio, Alexandre Pimenta, Managing Director da Trapview para Brasil e América Latina, mostra como armadilhas digitais, visão computacional e inteligência artificial estão transformando insetos capturados no campo em decisões mais rápidas e assertivas de manejo.
A lógica é simples: a armadilha captura, a IA identifica e o algoritmo mostra a tendência. Em vez de esperar a próxima visita ao talhão ou simplesmente seguir o calendário, o produtor passa a enxergar diariamente o que está acontecendo na lavoura.
✅ Praga virou dado: IA reconhecendo mais de 60 pragas com alta assertividade
✅ Do calendário à decisão: aplicar quando o campo pede, não apenas quando a agenda manda
✅ Como temperatura, umidade e ciclo biológico ajudam a antecipar picos de infestação
✅ 1 armadilha para cerca de 100 hectares: como funciona o monitoramento em grandes áreas
✅ Menos deslocamento, mais frequência e informação diária direto no celular
✅ Do milho e algodão às frutas: monitoramento como ferramenta de produtividade e exportação
✅ O próximo passo: a armadilha detecta, o sistema decide e o drone pode fazer a aplicação
Presente em cerca de 60 países, a Trapview está digitalizando uma atividade que ainda depende, em muitos casos, de visitas ao campo, contagem manual e decisões baseadas em informações espaçadas.
E é aí que está a mudança: não basta saber que existe uma praga. É preciso saber qual é, onde está, como está evoluindo e qual o melhor momento para agir.
Porque, no final, agricultura de precisão não significa necessariamente aplicar mais. Significa decidir melhor.
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