Neste episódio do Rural Talks, Fabrício Orrigo, diretor-executivo de produtos para Agro da TOTVS, explica por que a inteligência artificial no agronegócio não começa no algoritmo, mas na organização, integração e governança dos dados.
Fabrício Orrigo, diretor-executivo de produtos para Agro da TOTVS
✅ Por que muitas empresas ainda têm um “bando de dados”, e não um banco de dados
✅ Como integrar informações de máquinas, sensores, ERPs, drones e plataformas agronômicas
✅ Por que o principal obstáculo para a integração de dados é mais comercial do que técnico
✅ Como a inteligência artificial pode transformar o ERP de um registro do passado em uma ferramenta preditiva
✅ Por que segurança, governança e soberania de dados serão decisivas para o futuro do agro
✅ Como agentes de IA já começam a apoiar operações, análises e tomadas de decisão no campo
Ao longo da conversa, Fabrício apresenta a atuação da TOTVS no agronegócio, desde a gestão de usinas e grandes grupos produtores até a comercialização de commodities, distribuição de insumos e integração entre sistemas e máquinas agrícolas.
Ele também explica por que a maioria das empresas ainda não está preparada para extrair todo o potencial da inteligência artificial. Antes de construir agentes, é preciso organizar a casa, estruturar os dados e definir processos confiáveis.
A conversa ainda passa por conectividade, cibersegurança, escassez de mão de obra, adoção de tecnologia e casos práticos de IA aplicados ao monitoramento de lavouras, pesagem autônoma, análise de imagens e gestão agrícola.
🌱 A provocação deste episódio é direta: a inteligência artificial pode acelerar decisões, mas, quando a base está errada, ela apenas acelera o erro.
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