A morte foi removida do espaço público, mas é necessário "trazê-la de volta à vida", encará-la com “naturalidade” e criar mais respostas de apoio ao luto nos serviços públicos, para evitar processos traumáticos. Também é necessário que os doentes sejam referenciados mais cedo para os cuidados paliativos. "Ter uma morte humanizada é um grande fator de proteção para quem fica e tem de lidar com a perda." Oiça aqui o quinto episódio do podcast "Que Voz é Esta?", com Lídia Rego, psicóloga que trabalha na área do luto e dos cuidados paliativos em contexto hospitalar, e Maria Cazenave, que tem 36 anos, é de Lisboa, e perdeu a mãe recentemente.

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