Primeiro veio o diagnóstico: esclerose sistémica difusa. Depois a insuficiência cardíaca que quase o matou. Henrique Costa tem apenas 23 anos e um coração novo que lhe permite viver.
Quando a minha vida mudou
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Reanimado seis vezes, esteve duas semanas ligado a máquinas e treina natação três vezes por semana
“Estava numa situação de bomba-relógio”
A professora que teve de reaprender tudo depois do AVC