Há quem esteja sempre a apaixonar-se. Dependem todos os dias de novos estímulos e batem com a cabeça na parede quando são tocados pela solidão. Este postal é dedicado aos “pinga-amor”.

Pedro Ayres Magalhães, um génio que fez silêncio
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Parabéns a mim
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Nuno Rogeiro não é um espião
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