



Pedro Ayres Magalhães, um génio que fez silêncio
É um dos revolucionários da cultura nacional. Se Zeca é um Deus da esquerda cultural, Pedro Ayres Magalhães é a divindade mais luminosa no outro lado da margem. Um génio que fez silêncio.

Parabéns a mim
Luís Osório faz anos. E dedica o Postal do Dia a si próprio, mas como todos os postais o último destinatário é o que escuta e lê. A partir dos seus 55 anos, uma viagem ao que somos

Nuno Rogeiro não é um espião
Nuno Rogeiro é uma presença familiar. Todos o conhecemos como senhor da guerra e houve um tempo em que até passava por espião. Esta é uma história que desmente essa tese

No dia em que morreu, suicidaram-se dezenas de pessoas
Morreu, faz agora um século, a maior estrela de sempre. Chamava-se Rodolfo Valentino e, no dia em que partiu, aos 31 anos, centenas de pessoas suicidaram-se para ir ter com ele.

No funeral da minha mãe
Há momentos que influenciam as vidas. Sempre que Luís Osório pensa em regressar ao jornalismo vem-lhe à cabeça o funeral da mãe e o desejo de voltar a uma redação morre imediatamente.

Acreditei que a lágrima era para mim
No Lar da Misericórdia de Miranda do Douro, uma mulher acorda todas as madrugadas para ouvir a voz de José Candeias. Chama-se Cremilde e nasceu para ser uma criança grande e eterna.

Margarida Carpinteiro
É uma das melhores atrizes da nossa história. E hoje vive isolada numa aldeia da Beira Baixa. Com raposas, árvores, o Sol e os seus fantasmas. Chama-se Margarida Carpinteiro.

Nunca viu o mar, mas é tetracampeã do mundo de surf
Marta nasceu cega. Nunca viu o mar. Nunca viu a cara dos que ama. Mas os pais não desistiram. Aos 21 anos, é tetracampeã do mundo de surf adaptado e licenciou-se em Ciência Política.

Luís Pereira de Sousa
Recorda-se de Luís Pereira de Sousa? Do seu eterno bigode? Foi o primeiro a fazer programas da manhã e o primeiro a ser condenado, depois do 25 de Abril, por abuso da liberdade de imprensa.

Aos “pinga-amor”
Há quem esteja sempre a apaixonar-se. Dependem todos os dias de novos estímulos e batem com a cabeça na parede quando são tocados pela solidão. Este postal é dedicado aos “pinga-amor”.