



Há jogadores sobressalentes ou isso é só para os pneus?
O Marco Neves desfaz mitos políticos sobre as cores, explica por que não há atletas "sobressalentes" e viaja até ao Brasil para revelar as diferenças entre o calão e o "baixo calão".

Sabia que o "itch" dos croatas é o mesmo que o nosso "inho"?
Marco Neves explica o mistério à volta dos apelidos croatas, revela um oráculo televisivo infalível, viaja até ao Couto Misto e conta-nos por que razão as tecnológicas, afinal, querem filósofos.

Quem manda na pronúncia: os dicionários ou os falantes?
Trepa ou “trépa”? Líderes ou “lidéres”? E será “Flórida” ou Florida? O Marco Neves explica porque é que a pronúncia não tem donos e mostra como são os falantes e o tempo que acabam por decidir.

O "soccer" é afinal inglês e a língua está mesmo a piorar?
Do "soccer" que nasceu em Oxford ao "açougue", Marco Neves explica o nome da Venezuela, a diferença entre "terremoto" e "terramoto" e ainda desmonta o mito de que antigamente se falava melhor.

Há São João. E porque não "Santo João"? — Dúvidas
Em pleno São João, o Marco Neves explica a diferença entre São e Santo, fala do mito da "cara cuspida e escarrada" e viaja até ao latim e ao inglês para decifrar as palavras "inenarrável" e "xerife".

Vermelho ou encarnado: quem é que ganha esta batalha?
Entre golos e palavras perdidas, Marco Neves explica porque é que o português ficou com “esquecer” e o espanhol com “olvidar”. Pelo caminho, há vermelho, encarnado, betos e um livro do século XVIII.

Porque é que os brasileiros dizem “planejar”? – Dúvidas
Uma viagem entre Portugal e Brasil para perceber como nasceram “planear” e “planejar”. Há ainda espaço para uma palavra tão irónica que assusta quem tem medo de palíndromos: a inesquecível aibofobia.

Porque é que Lisboa perdeu um “n” pelo caminho?
Do Mundial à Copa, do País Basco ao Idaho e de Lisbona a Lisboa, o Marco Neves faz uma viagem por palavras que atravessam oceanos, mudam de forma e contam histórias curiosas sobre línguas e cidades.

Camões perceberia bem o português que falamos hoje?
No dia 10 de Junho, Portugal celebra Camões, mas como chegou um poeta a símbolo nacional? E o que diria ele da língua que falamos hoje? O Marco Neves faz uma viagem pela evolução do português.

Porque é que dizemos “golo” e os brasileiros dizem “gol”?
Uma palavra inglesa pode explicar porque Portugal diz golo e o Brasil diz gol. Mas não é a única surpresa deste episódio, que passa também pelo Google, sufixos das profissões e regras da ortografia.