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Presidenciais: a táctica de Montenegro, a estratégia de Ventura e o desafio de Seguro

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Estamos de volta com a resposta à pergunta que mais fizemos nos últimos tempos. Quem passa à segunda volta das presidenciais? Ditaram os portugueses que fosse António José Seguro e André Ventura, separados por mais de 400 mil votos.

No pelotão do meio ficaram, por esta ordem, João Cotrim Figueiredo, com quase um milhão de votos; Gouveia e Melo, com quase 700 mil; e Marques Mendes com mais de 600 mil. Juntando-lhe mais 315 mil dos pequeninos, há dois milhões e meio de votos a disputar até ao dia 8 de Fevereiro.

Com tantos votos em disputa, a vitória é possível para qualquer um dos candidatos e o nível da participação eleitoral terá uma palavra a dizer na definição do vencedor. Assim como os apoios e, desde a noite eleitoral, tem havido sucessivas manifestações públicas e alguns silêncios. Luís Montenegro escolheu não endossar os votos da AD, assim como a líder da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, ou o CDS.

Entretanto, os candidatos já começaram a ensaiar a estratégia para a segunda volta e ainda ontem, Pedro Pinto, do Chega, pôs as coisas entre o candidato socialista e o que combate o socialismo. O desafio para Seguro é descolar do PS. A sua estratégia passar por ser o rosto da candidatura pela democracia liberal.

Nos próximos dias e semanas vamos voltar a ter duas campanhas na rua, que é uma situação política que já não vivíamos há 40 anos. E nós estaremos por aqui pelo menos mais duas vezes antes das eleições. Até à próxima quinta-feira.

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A semana política em debate pela secção de política do PÚBLICO.
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