As forças russas estão a reagrupar e a tentar, sem sucesso aparente, substituir as perdas materiais e humanas no terreno. Embora com números muito divergentes e ainda menos precisos, parece ser claro que o número de baixas russas caminha a passos largos para os que a União Soviética sofreu em dez anos no Afeganistão. As dificuldades parecem estar a conduzir a Rússia para um reposicionamento das suas ambições políticas, declarando agora que o objectivo sempre foi a autonomia das regiões separatistas. A viragem dos EUA para a Europa será estrutural ou apenas uma oportunidade circunstancial de derrotar o velho inimigo? E que papel terá a China, no mundo que herdaremos desta guerra? Em mais um episódio dedicado à guerra na Ucrânia conversamos com Daniel Pinéu, especialista em Relações Internacionais, professor e investigador na Universidade de Amesterdão.

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