A comissão parlamentar de inquérito à actuação de Luís Neves enquanto director nacional da Polícia Judiciária começa agora a ganhar forma. Após a instalação da CPI, esta quarta-feira, os deputados já vão poder pedir documentação e avançar com as listas de testemunhas a convocar. André Ventura vai presidir aos trabalhos.
A investigação deverá prolongar-se por vários meses e pode implicar pedidos de documentação interna da PJ e o escrutínio de procedimentos ligados a processos sensíveis. Entretanto, as acusações feitas pelo antigo secretário-geral do Ministério da Administração Interna, Ricardo Carrilho, vieram aumentar a pressão política sobre o actual ministro.
Neste episódio do Hoje, Fernando Negrão, presidente de várias comissões parlamentares de inquérito, analisa os poderes e os limites deste instrumento de fiscalização. O antigo director-geral da PJ e ex-ministro da Justiça olha para os riscos de instrumentalização política e as consequências do processo.

Sónia Sénica: cessar-fogo de Trump “é um presente envenenado a Zelensky”
17:07

A revolta em França pode mudar o cenário político no país?
15:20

Borges Assunção: “É um orçamento boring, mas boring é bom”
19:05