2023 foi o ano em que a inteligência artificial entrou nas conversas e nas notícias. E enquanto textos, imagens e sons eram gerados por algoritmos, os humanos continuaram a fazer algo que (ainda) os distingue: filmes, canções, esculturas. Resumindo, continuaram a fazer arte.
A edição do Ípsilon desta sexta-feira é uma celebração do que os humanos andaram a fazer em 2023. Neste P24, conversamos com Pedro Rios, editor do Ípsilon, sobre as escolhas deste ano.

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