Numa conversa marcada por duas efemérides especiais para si, José Manuel Durão Barroso fala à SIC dos momentos mais definidores do seu percurso público e pessoal. Vinte anos depois de se tornar presidente da Comissão Europeia e meio século depois do 25 de Abril, que viu de perto, o português reconhece que não é tão unânime no seu país de origem quanto os pares europeus, mas não mostra ressentimento: “Na política, não podemos estar sempre à espera da gratidão. Caso contrário, não se faz nada”, desdramatiza. Um dos seus lemas é mesmo “manter o entusiasmo mesmo depois de perder a ilusão”.

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