Não há outro cenário que não ganhar ‒ e mesmo se perdendo, mantém que será recandidato à liderança do PSD e que não se aliará ao Chega. Numa conversa sobre o seu passado e o seu futuro, Luís Montenegro deixa uma comparação com um tempo mais antigo que pode ajudar a decifrar o pós-10 de março. “Há um histórico de governos que duraram uma legislatura em maioria relativa, por exemplo o do engenheiro Guterres”, aponta. E isso vale para os dois partidos, em 2024? “Com certeza que sim”, admite, sem desfazer por completo o tabu sobre quem, no caso de vitória do PS, viabilizaria a governação de Pedro Nuno Santos. Com Guterres, há quase trinta anos, foi o maior partido da oposição que o fez, liderado por Marcelo Rebelo de Sousa.

Pedro Nuno Santos: “No dia em que perder a capacidade de me colocar nos sapatos do outro mais vale ir embora”
30:07

Ana Catarina Mendes: “Acho que as pessoas conhecem a minha coragem, não tenho medo da Justiça”
38:23

André Ventura: “Hoje estamos à frente da AD em todas as sondagens abaixo do Tejo”
32:10