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Yara B. Chidiamassamba: “Uma pessoa pode fazer a diferença, mas se todos nos unirmos, podemos amplificar cada vez mais o impacto que queremos causar nas nossas comunidades”48:40 - 2
Yonara Mateus: "Achava que tinha medo de errar, mas percebi que o que me assustava era acertar e não saber lidar com o sucesso”51:50 - 3
Bia Ferreira: “O amor, o afeto e a gentileza me curaram. A alegria é a maior forma de subversão num mundo que naturaliza o ódio”1:05:59 - 4
Welket Bungué: “Cresci a ouvir do meu pai que, para ter uma oportunidade igual à dos meus pares, teria de trabalhar a 300%. Isto diz muito sobre a ideia de meritocracia”1:14:35 - 5
Elga Fontes: “Portugal é um país racista e esse racismo acaba também por chegar às editoras. A literatura não tem cor”54:41 - 6
Arlinda Norris: “O meu nome era para ser Ana Cristina, mas a ir para o registo, o meu pai ouviu uma música de uma Arlinda. A minha mãe quase que o matou”58:58 - 7
Didier Ferreira: “Sou amigo dos meus alunos. Gosto de me dar bem com eles, mas antes não pensava assim. Muitos professores esquecem que foram alunos”1:13:34 - 8
Miriam Santos: “Quando me dizem: ‘Prefiro procurar um psicólogo negro’, são pessoas que estão à procura de um espaço onde não sejam traumatizadas de novo”1:03:18 - 9
Rodrigo Cardoso: “Eu e os meus irmãos fomos alvos de uma intervenção da CPCJ. Tinha 9, 10 anos. A educação era o único meio onde podia refugiar-me das minhas circunstâncias”1:01:14 - 10
Alexandre Teixeira: “Alguém que paga 6 mil euros a um traficante de pessoas para vir para a Europa, se tivesse um processo migratório regulado, não teria de passar por tantas dificuldades”57:32 - View more clips