A sexualidade está envolta em mitos. Crescemos com estas narrativas. E são ideias repetidas tantas vezes que passaram a parecer verdades absolutas: que um casal saudável deve ter sexo com determinada frequência; que o “verdadeiro” sexo é penetrativo; que a masturbação deixa de fazer sentido quando estamos numa relação; ou que o sexo deve acontecer sempre de forma espontânea.
O problema é que muitos destes mitos não são inocentes. Influenciam a forma como vivemos o prazer e os relacionamentos. Criam expectativas irrealistas, alimentam culpa, e fazem com que muitas pessoas estejam convictas de que há algo de errado consigo.
Neste episódio do podcast O Prazer É Todo Meu, desconstroem-se alguns dos mitos mais persistentes. Damos um mergulho na mitologia sexual, e reescrevemos esta Odisseia.
Para isso, Mafalda Cruz conversa com Beatriz Figueiredo e Inês Santos Silva, médicas de família e membros do GESEX (Grupo de Estudos para a Sexualidade).

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