Junho é o mês do Orgulho LGBT e as marchas saem à rua. Celebram-se os direitos conquistados, e exigem-se os que faltam cumprir.
Durante muito tempo, a educação sexual foi construída a partir de uma ideia muito limitada do que seriam as relações, os corpos e as identidades. E o que fugia à norma, era silenciado ou patologizado.
Nos dias de hoje, falamos mais sobre diversidade sexual, mas será que a compreendemos? Ouvimos siglas como LGBTQIA+, discutimos direitos das pessoas trans, falamos sobre orientação sexual, inclusão e representatividade. Mas, ao mesmo tempo, surgem novas dúvidas: precisamos mesmo de rótulos? Faz sentido falar numa comunidade LGBT? E até que ponto estas categorias ajudam, ou limitam, a forma como as pessoas vivem a sua identidade?
No episódio desta semana de “O Prazer é Todo Meu”, Mafalda Cruz conversou com André Ribeirinho Marques, psiquiatra, sexólogo e consultor da Direção-Geral da Saúde na área da Saúde LGBT.

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