Ao longo dos últimos 30 anos, políticos, burocratas europeus, latifundiários boçais e agrónomos de ocasião, gente a mando de multinacionais espanholas e portuguesas, têm promovido a substituição do olival tradicional por plantas precárias que fazem azeite com pouco sabor. E há uma árvore em particular que está a desaparecer à custa disso. A mais portuguesa de todas. A mais resistente de todas. A mais antiga de todas. A Galega.

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