Ao acompanhar uma paciente com um perfeccionismo extremo, a psicóloga Ana Moniz sentiu-se impressionada com a crueldade com que ela se tratava a si própria: era vítima e agressora em simultâneo.

O caso do doente que todos achavam um caso perdido
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A mãe que já não viu o filho melhorar
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O caso da paciente que queria aprender a viver com a doença
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