



A jovem com ansiedade que já não conseguia ir à escola
A pedopsiquiatra Inês Oliveira recorda uma adolescente cuja ansiedade era tão intensa que deixava a médica em estado de alerta e tensão. O papel da família para ajudar a jovem impressionou-a.

O caso da depressão que escondia outra doença
O psiquiatra Rui Albuquerque recorda o caso de uma mulher diagnosticada com depressão mas que que, afinal, tinha demência. O objetivo deixou de ser tratar e passou a ser cuidar da pessoa.

O caso do jovem que não sabia como estar no mundo
O psicólogo Pedro Aires Fernandes acompanhou um paciente de 23 anos muito desligado e desinteressado da vida. O caso inquietou-o e levou-o a interrogar-se como terapeuta, como homem e como pai.

O homem que perdeu a liberdade antes de ir para prisão
O psiquiatra Sérgio Saraiva lembra o momento em que um doente percebeu que tinha cometido um crime violento. O caso mostrou-lhe, na prática, como a doença mental grave pode anular a vontade própria.

O caso do pai que salvou a filha duas vezes
O psicólogo Henda Vieira-Lopes acompanhou um pai que lutou pela guarda da filha e que, num acto de generosidade e amor, garantiu o melhor para o futuro dela – quando todos achavam o contrário.

O caso do psicopata que só queria ser admirado
Durante três meses, Carlos Céu e Silva acompanhou um homem com psicopatia que, acredita o psicólogo, não o procurou para mudar, mas para se ouvir a si próprio e ser reconhecido como superior.

A mulher que quis viver a velhice em paz
Para a psicóloga Catarina Rivero, foi inspirador acompanhar uma mulher de 76 anos que quis enfrentar um problema que vinha da infância para assim poder viver em pleno.

O caso do doente que todos achavam um caso perdido
Um doente com depressão grave, dor crónica e anos de disfuncionalidade parecia ter esgotado todas as hipóteses. O psiquiatra Filipe Malheiro recorreu a um tratamento inovador e mudou-lhe a vida.

A mãe que já não viu o filho melhorar
O psiquiatra Hugo Canas Simião recorda a injustiça de ver uma mãe – que durante anos tentou que o filho tivesse cuidados de saúde mental – adoecer e morrer depois de ele começar a ser tratado.

O caso da paciente que queria aprender a viver com a doença
Uma jovem com anorexia nervosa mostrou à psiquiatra Inês Neves Caldas que, mesmo quando não é possível curar, é possível não desistir e manter a esperança.