Quatro jogos, quatro vitórias e um início desportivo sem espinhas da seleção em modo Jorge Jesus: já se notou uma ideia, viram-se dinâmicas, houve jogadores já com outro rendimento. Isto no campo, porque fora dele estalou um psicodrama nacional, repleto de fait divers, a reboque de Cristiano Ronaldo. Depois de analisado o futebol, falámos da balbúrdia que rodeou o selecionador, o jogador e Portugal que, tendo em conta a reação de Pedro Proença, parece inclinar a seleção rumo a um desfecho: voltar ao passado em vez de experimentar o futuro

O novo Portugal de Jesus dá prioridade à carapaça mental (e ao talento) de João Félix
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Sobraram argumentos ao FC Porto no clássico em que o Benfica validou o processo, mas foi traído pela emoção
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O azar do Sporting não surge por acaso, a arte de Prestianni já não é caso isolado
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