

Joana Gonçalves de Sá: um nome e um lugar cativo na ciência
“Ser cientista não é um emprego, mas uma identidade”. É isto que com um currículo excepcional, capacidade de iniciativa e saudade do Instituto Gulbenkian de Ciência ela aqui nos conta.

Cristina Fonseca: “Abrimos a porta à nova geração”
“Nascemos globais logo no primeiro dia” diz ela da Talkdesk”, seu primeiro êxito retumbante. Houve outros. Mas ninguém sabe onde a levará ainda a curiosidade e o gosto do risco.

Herman: “Sou um optimista compulsivo. Está tudo explicado!”
Criou a marca Herman no humor português. Autor, ator, músico, tomou conta do riso em Portugal inventando uma diversidade quase alucinante de personagens. Melhor é mesmo muito difícil.

Ricardo Reis: “A UE é inevitável e é lá que nós estamos”
O sorriso de Ricardo Reis brilha tanto quanto a sua reputação internacional. Foi um luxo ter sido o cicerone “optimista”na viagem que nos propôs pela incerteza dos dias: faz a diferença.

Mário Laginha: “A curiosidade e o desassossego levam-me a criar música”
Keith Jarrett fê-lo ser pianista, nunca mais largou o piano, compondo ou interpretando do clássico ao jazz passando por sonoridades de longínquas geografias. Com segurança lhes garanto: é um génio.

Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”
Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”

Sobrinho Simões: “Não gosto da palavra excelência. Prefiro a competência”
Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.

José Avillez: "A maior emoção? Criar algo novo e muito bom”
“Nunca sonhou chegar tão longe” mas o seu nome tornou-se hoje uma realidade internacionalmente comprovada. Com muitas estrelas. Com desarmante simplicidade ele explica como é que foi.

“O que nos trouxe até aqui foi o talento português”
A Sword Health, que desenvolve Inteligência Artificial na Saúde, está em 80 países e faturou centenas de milhões de dólares em 2025. E o seu inventor Virgílio Bento sabe que “não há volta atrás”.

Ana Pinho: “O que procuro sempre é entusiasmar as pessoas”
O seu currículo põe em relevo a energia, ousadia e visibilidade no que faz e promove em áreas tão diversas como economia ou cultura. Ana Pinho ou a excelência na diversidade.