Regresso a 2021: ”Este país não deixa as pessoas seguirem os seus sonhos de serem corruptas. Ou não há provas, ou já prescreveram”
Depois de sete anos a escrever o que prometia ser um empolgante romance policial, o Ministério Público viu a sua obra-prima ser avaliada pelo crítico Ivo Rosa, que a considerou mais ficção científica do que outra coisa. A sua crítica foi tão longa e chata que, no final, o resumo foi simples: quase tudo estava prescrito, sem provas ou simplesmente não fazia sentido. A principal conclusão é que, em Portugal, é impossível seguir o sonho de ser corrupto; ou não arranjam provas, ou quando arranjam, o crime já prescreveu, tornando a carreira de astronauta uma aposta mais segura.
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Isto É Gozar Com Quem Trabalha
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