Depois de sete anos a escrever o que prometia ser um empolgante romance policial, o Ministério Público viu a sua obra-prima ser avaliada pelo crítico Ivo Rosa, que a considerou mais ficção científica do que outra coisa. A sua crítica foi tão longa e chata que, no final, o resumo foi simples: quase tudo estava prescrito, sem provas ou simplesmente não fazia sentido. A principal conclusão é que, em Portugal, é impossível seguir o sonho de ser corrupto; ou não arranjam provas, ou quando arranjam, o crime já prescreveu, tornando a carreira de astronauta uma aposta mais segura.

“A inteligência artificial pode matar-nos a todos”, diz Bernardo Caldas — mas em Portugal há um carimbo do ICNF que ainda não chegou
18:25

“Ouvir-me a mim próprio é uma violência”: Sócrates, os combustíveis e outras tragédias nacionais que afinal são comédia
43:57

Daniel Rey, professor de matemática: “Quem vai para a educação não vai para enriquecer”
19:55