Sérgio Augusto, um dos ícones do jornalismo cultural brasileiro, publicou recentemente o livro “Vai Começar a Sessão”, reunião de ensaios sobre cinema que Sérgio Augusto publicou nos últimos 20 anos no jornal O Estado de S. Paulo.
O livro leva o leitor a uma viagem saborosa pela história do cine, dos filmes mudos aos lançamentos recentes. Nas imagens criadas por cineastas genais, como Hitchcock, Renoir, Lubitch, Kubrick e Dino Risi, entre outros citados no livro, ele encontra um alívio para os tempos turbulentos que vivemos.
Já com relação ao cinema recente, no qual predominam as adaptações de HQs, ele anda uma tanto desaminado. O cinema se infantilizou e perdeu seu encanto, diz. E seguirá um rumo incerto com o abalo na experiência coletiva de ver um filme, uma decorrência do fechamento das salas após a eclosão do coronavírus.

Bruno Blecher: Agronegócio agora vê mudança climática como risco
37:56

Benjamin Moser: Nem Rembrandt ou Vermeer sabiam o destino que teriam
49:19

João Paulo Charleaux: Israel comete crimes de guerra em Gaza
53:33