Paulo Portas destacou este domingo a deterioração da popularidade de Donald Trump a poucas semanas das eleições intercalares, mas alargou a análise à relação dos Estados Unidos com a China e o Irão, ao impacto da guerra nos preços da energia e aos riscos da inteligência artificial.

Paulo Portas e as eleições na Alemanha: "Está a acontecer uma reabilitação de duas memórias totalitárias"
29:10

"Trump deu sinais, outra vez, da sua predileção pela Rússia. É a primeira vez desde 1917 que um presidente americano gosta da Rússia"
28:49

“Se Espanha pretende manter Ceuta, tem que ter um maior cuidado”
28:49