Carlos Moedas nasceu em Beja em 1970. É filho do histórico comunista da terra 'Zé' Moedas. O pai foi jornalista e a mãe costureira. Viviam com “zero privilégios”, mas Moedas “sempre quis lutar para ter as mesmas condições que os outros”. Numa conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70, fala da infância pobre no Alentejo, do primeiro emprego em Paris, das dificuldades no tempo da Troika e do estado atual da política, marcado pela “incapacidade de combater o populismo”. Recorda ainda a passagem pela Comissão Europeia e o regresso à política nacional na Câmara de Lisboa: “a minha única ambição é governar a autarquia”, afirma.

Especial ao vivo no Tribeca com Anabela Moreira: “O meu pai passou fome, era uma coisa normal. Eu não e até parecia que havia uma espécie de compensação dos tempos antigos, a mesa estava sempre cheia de comida e tinha de sobrar. Não podia era faltar comida”
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Albano Jerónimo: “Tomávamos banho uma vez por semana, usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isso potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disso, até acho importante porque é único; é a minha vida, a minha educação, que eu não escolhi”
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Tânia Ganho: “Os primeiros sinais do Alzheimer estão lá e ninguém os vê, comecei a dizer que o meu pai tinha Alzheimer e diziam-me que andava a imaginar coisas”
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