Nasceu em Galveias em 1974. Filho tardio e mimado pelas irmãs mais velhas como “se fosse um bebé”. Sempre mergulhou nas “culturas mais rebeldes” da sua geração. Aos 17 anos, “sonhava com um socialismo ideal” e assumia-se como anarquista. Como jovem escritor transformou José Saramago em personagem de romance. "O que nos aproximava era a escrita e o Alentejo. As tatuagens, os piercings e a música pesada era algo do outro mundo para ele.” José Luís Peixoto é o novo convidado do podcast “Geração 70”. Numa conversa com Bernardo Ferrão, fala sobre o interior abandonado, sobre seu o lado mais solitário e “individualista”, e sobre o gosto pela “música pesada”, que o tornam um escritor diferente. “Sou um homem que fez um caminho eclético e fora de todas as caixas.” Ouça a entrevista

Especial ao vivo no Tribeca com Anabela Moreira: “O meu pai passou fome, era uma coisa normal. Eu não e até parecia que havia uma espécie de compensação dos tempos antigos, a mesa estava sempre cheia de comida e tinha de sobrar. Não podia era faltar comida”
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Albano Jerónimo: “Tomávamos banho uma vez por semana, usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isso potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disso, até acho importante porque é único; é a minha vida, a minha educação, que eu não escolhi”
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Tânia Ganho: “Os primeiros sinais do Alzheimer estão lá e ninguém os vê, comecei a dizer que o meu pai tinha Alzheimer e diziam-me que andava a imaginar coisas”
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