Nasceu no Porto, em 1977, e cresceu em Guimarães, “na altura, a cidade dos novos ricos”. Da infância, recorda a luta da mãe para conseguir um lugar na escola para a filha - irmã de Cecília - que tinha uma deficiência profunda, e não esquece “a maneira como olhavam para nós, como apontavam o dedo” na rua. Cecília Meireles sempre quis ser a voz dessa irmã e, nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala do seu caminho na política, da saída do CDS numa altura difícil para o partido, e do regresso à advocacia. “Não sou pessoa de andar a saltar de uma vida para a outra. Não vou regressar à política, não sou candidata a Bruxelas”, esclarece. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70

Especial ao vivo no Tribeca com Anabela Moreira: “O meu pai passou fome, era uma coisa normal. Eu não e até parecia que havia uma espécie de compensação dos tempos antigos, a mesa estava sempre cheia de comida e tinha de sobrar. Não podia era faltar comida”
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Albano Jerónimo: “Tomávamos banho uma vez por semana, usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isso potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disso, até acho importante porque é único; é a minha vida, a minha educação, que eu não escolhi”
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Tânia Ganho: “Os primeiros sinais do Alzheimer estão lá e ninguém os vê, comecei a dizer que o meu pai tinha Alzheimer e diziam-me que andava a imaginar coisas”
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