Chama-se Ana Maria Borges de Oliveira Martinho e nasceu em abril de 1946. Em casa era a Anny, a menina que lia vorazmente e afirmava que queria ser escritora. E foi. O primeiro livro que leu, A Casa de Vidro, talvez tenha sido a semente. Antes de terminar o curso de Filosofia, foi professora de português em Moçambique. Ana Magalhães é uma contadora de histórias inspirada na tia viúva que encantava quando era jovem. Tem muita obra literária a solo, mas a parceria com Isabel Alçada fez de ambas as mais conhecidas criadoras de sonhos e aventuras de tantas gerações. Ana Maria Magalhães é a convidada do novo episódio do Geração 40, conduzido por Júlio Isidro. Ouça aqui

Lia Gama: “Era uma criança muito solitária e brincava sozinha. Ia para a marquise, sentava-me com os pés numa cadeira e fazia diálogos, personagens. Não queria ser atriz, queria ser artista”
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Episódio ao vivo no NOS Alive com Vitorino: “O Júlio Isidro pôs a ‘menina à janela’ e graças a si de lá ela nunca mais saiu”
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Cucha Carvalheiro: “A minha mãe era muito católica, embora o meu pai fosse ateu. Zangou-se com a Igreja porque o padre não quis batizar uns dos meus primos negros. Portugal era assim”
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