Deposto o autoritário Nicolás Maduro, não é claro como será governado o país sul-americano nem que reação terá o que sobra do seu regime. O certo é que o direito internacional não parece ser obstáculo ao que Donald Trump decida fazer. O ano 2026 arranca com um episódio extra sobre o ataque dos Estados Unidos da América contra a Venezuela, que se saldou na destituição do Presidente Nicolás Maduro, levado para ser julgado em Nova Iorque. Os bombardeamentos a locais cruciais de Caracas, como um aeroporto militar e um porto marítimo, parecem ter apanhado de surpresa o regime chavista e o mundo. Donald Trump acusa Maduro de encabeçar uma rede de tráfico de droga. Resta saber se tal argumento convence uma base de apoiantes que votou num programa de “America First”. Em conferência de imprensa, o Presidente dos EUA anunciou que será Washington a gerir o país e não escondeu que quer fazer negócio. É o petróleo que o move, e promete fazer “milhões e milhões” com ele. Para entender o que está em causa, é convidada desta emissão Daniela Melo, professora da Universidade de Boston. A conversa é conduzida pelo editor da secção internacional do Expresso, Pedro Cordeiro, e conta com a participação da jornalista Ana França, estando a sonoplastia a cargo de João Martins.

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