Medir as horas de sono, os despertares ou o tempo passado em cada fase de sono tornou-se habitual para quem usa smartwatches e outros wearables. Mas transformar esses números em objetivos a cumprir pode ter consequências negativas, alerta Teresa Rebelo Pinto, psicóloga e somnologista. Ouça a conversa completa.

Subscrições: “Tu não vais querer ter relação com dezenas de marcas, vais escolher as que de facto trazem um benefício. Entras pelo desconto, ficas pela relação”
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