O Estado injetou 3,2 mil milhões de euros do dinheiro dos contribuintes num plano de reestruturação que se mantém secreto. Ninguém presta contas sobre estes milhares de milhões, para onde foram, se foram bem aplicados, o que permitiram resolver de estrutural na TAP. Ao fim de muitos anos a companhia vai ter resultados positivos e terá de ser obrigatoriamente vendida pois não será possível injetar mais dinheiro público. Mas as preocupações centram-se nos 500 mil euros pagos de indemnização e aprovados pelo governo e que acabou por levar ao despedimento polémico da CEO. Que futuro está reservado para a TAP? Este episódio teve moderação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e João Silvestre, editor de Economia do Expresso, e contou com a participação dos jornalistas Anabela Campos e Diogo Cavaleiro. A edição esteve a cargo de João Martins.

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