Foi uma semana cheia de suspense. Sem sabermos se as notas dos exames seriam publicadas ou não. A discutir se o ministro da administração interna mandou construir uma piscina ou um tanque. A perguntarmo-nos se Trump quer mesmo que haja liberdade de circulação no estreito de Ormuz. Tudo isto a coincidir com o debate do estado da nação, onde governo e oposição tornaram evidente que não vivem no mesmo país. E quando se pensava que o prémio do burlesco já não escaparia à “revolta do papel” (com o ministério da educação mobilizado para encontrar as folhas desaparecidas dos exames à antiga destinados à desmaterializarização), eis que surge a história do atrelado da droga que desapareceu do Seixal e viria a ser encontrado em Barcelos. É aqui que entra a interrogação: telenovelas para quê?!

A verdade do capitão, o diabo nas contas e um gaulês irredutível
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