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Ronaldo despede-se, o governo descobre o diálogo e Trump fica manco

 

Foi uma semana de atropelamentos. Trump foi atropelado por um tsunami democrata e tornou-se um pato coxo, com dois anos pela frente na Casa Branca e cada vez menos gente a querer sentar-se ao lado dele. O ministro da Administração Interna foi atropelado por um tribunal, que reconheceu a uma activista o direito de armar a tenda no Rossio. O ministério respondeu que era um direito individual, como se as sentenças se aplicassem uma de cada vez. Para justificar as cargas policiais, o governo tinha ido buscar uma lei das manifestações de 1974; agora, a ministra da Justiça já fala em excessos de parte a parte e o primeiro-ministro descobriu as virtudes do diálogo com a oposição. Chama-se a isto uma conversão, e a Câmara de Lisboa pede que seja rápida: a Feira de Natal está à porta e o Rossio tem lotação. E Cristiano Ronaldo despediu-se da selecção em vídeo, um mês depois de ter jurado que queria continuar a ganhar por ela. As decisões, diz ele, também se tomam com o coração.

Programa cujo nome estamos legalmente impedidos de dizer

Para mudar o mundo, eles mantêm-se na sombra. Um programa da SIC com João Miguel Tavares, Pedro Mexi… 

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