O salário original era uma originalidade. Quem pagará agora a factura política por uma controvérsia em que o protagonista não gostou do filme em que se viu metido? E o que terá levado o primeiro-ministro a passar de um estado atónito ao reconhecimento de uma situação anómala? Sejamos muito honestos (parafraseando Montenegro): nem sempre se gosta de ver certas coisas no sentido visual do termo. E como comentar os comentadores comentando os comentários do Presidente da República no primeiro dia do ano? Cumpriu-se a função de parte a parte e quem não ouviu, ouvisse. No sentido auditivo do termo.

Cabeça na lua, dedo não gatilho
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