A história que Ana França nos conta no Expresso, sobre a carta que o negociador Gerson Baskin escreveu ao seu ex-companheiro de negociação Ghazi Hamad, vem lembrar que há culpas de ambos os lados e que os caminhos que cada um resolve seguir não são responsabilidade de todos. Manter-se pacifista, mesmo perante a radicalização generalizada, é que é digno de registo.

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