No relatório da primeira Presidência Aberta que fez, António José Seguro apontou o dedo ao governo pela descoordenação na resposta à tragédia na zona de Leiria, depois da passagem da tempestade Kristin.
Há outras matérias, como a legislação laboral, a saúde ou a aprovação do orçamento do Estado que podem fazer subir a tensão entre o Palácio de São Bento e o Palácio de Belém. O que vale isto tudo? À procura de uma resposta, conversamos com o director-adjunto do Expresso, David Dinis.

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