A pressão para que Luís Montenegro assume a maioria de direita que existe no Parlamento, entre AD, Chega e IL - superior a dois terços - vai continuar. Esse é para já o programa político de Pedro Passos Coelho que elogia André Ventura e até lhe desculpa as propostas populistas, próprias de quem não está no poder.
Se tiver de equacionar o regresso à política activa, diz Passos na SIC, à conversa com Maria João Avillez, é porque o PSD no governo falhou e o país precisa de quem faça o que é preciso fazer.
O ex-líder do PSd apareceu descomplexado a falar da relação descomplexada que tem com a política e com o seu partido de sempre, que não tem sido capaz de fazer diferente do que fazia António Costa, julgando que é assim que se vai lá. Fazemos a análise da entrevista com a editora de Política do Expresso, Eunice Lourenço.

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