Maria do Rosário Palma Ramalho, em entrevista ao podcast Expresso da Manhã, garante que não soube antecipadamente das cedências da CIP e diz que não discutiria na comunicação social, onde os patrões apresentaram estas propostas. A ministra voltou a acusar a UGT de ter deixado “cair o véu” e afirma a sua vontade de levar rapidamente uma proposta ao Parlamento, onde quer negociar com o PS e com o Chega. O grupo de trabalho que está a estudar a sustentabilidade da Segurança Social vai entregar ao Governo o relatório final até 30 de junho, mas a ministra diz que “não se compromete em fazer esta reforma nesta legislatura, porque é de enorme complexidade”.

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