O Ministério Público admitiu que houve, pelo menos, sete interceções telefónicas, realizadas nos anos de 2020 a 2022, em que o então primeiro-ministro António Costa foi um dos intervenientes que só no mês passado foram enviadas para o Supremo Tribunal Constitucional para serem validadas. Passaram-se entre três a cinco anos, quando a lei determina um prazo de 48 horas.