Os Estados Unidos pressionaram e o governo de Netanyahu, mesmo com divisões internas, mudou de atitude. Aceita um cessar fogo e a troca de reféns israelitas por prisioneiros palestinianos, sobretudo mulheres e crianças, mas o primeiro-ministro israelita já anunciou que a guerra em Gaza é “para continuar até serem atingidos todos os objectivos”. O correspondente da SIC em Telavive, Henrique Cymerman, lembra que, para a opinião pública do seu país, o mais importante é salvar os reféns e lembra que para existir paz no futuro é preciso agora distinguir entre os palestinianos em Gaza e o Hamas.

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