Artur Pires de Lima virou as costas ao banco do avô Artur Cupertino de Miranda e, como nenhum outro português, moveu-se por entre as fortunas e os maiores negócios de arte da Europa, dos EUA e até do Xá da Pérsia. A ligação nuclear ao crítico alemão Heinz Berggruen ajudou-o a construir uma carreira como negociante de arte. Para contar esta história carregada de glamour, conversamos com a jornalista e escritora Joana Leitão de Barros.

É preciso apostar na prevenção para salvar o SNS
15:24

Papa actualiza a doutrina social da Igreja, por contraponto ao paradoxo da Inteligência Artificial
15:47

A tensão cresce entre os palácios ou o “puxão de orelhas” de Seguro é natural na coabitação?
16:16